4 de abril de 2012

*

Nabigong?

Escoteiramente


Então agora eu sou adulto, sei o que fazer...
Vou me arrumar, colocar uma roupa quase nova,
meu sapato novo de fato...
Me maquiar, é, faz parte né?

E aí vou ficar esperando... o tempo passar, a vontade se esvair como vento leve no rosto em um dia de primavera forçada pelo clima que você emanava, é, se esvaiu e agora já não existe, focalize um lado positivo, diz sua mente, e seu melhor amigo também, e aí você começa a fazer isso... evitando soltar um sonoro "dane-se" e mandar V em algo que está bem à sua frente, como uma cadeira que naquele momento merece um chute ou um livro que merece ser jogado ao chão, não que eu tenha algo contra livros, muito pelo contrário, mas se estiver na frente, é problema dele... e meu também que terei que ir correndo abraçá-lo e desamassar caso aconteça algo danoso, quem nunca jogou algo e depois correu pra ir juntar segundos depois?
A impulsividade está reinando aqui ou é impressão da força da analogia empregada?
Libere a positividade e a onda boa se propaga no ar segundo as leis da Física, certo?
Errado, leis cientificistas além das cerebrais não se enquadram nesse tipo de nota... neste tipo de comentário justificativo...

Não to conseguindo...

Você deve focar algo bom, alguém lhe diz, mas então eu foco, foco tanto que permaneço olhando pra isso até que uma lágrima metida e destemida sai escoteiramente, encorajando outras e outras ao mundo cá de fora, como se tivessem vida, tivessem pressa em se libertar de algo que as prende... sempre fui tão liberal... não precisa fugir...

Fique à vontade... só não me difame, ou me peça pra parar, eu não vou querer, sou mimada e sem graça, duas coisas que não combinam e que causam um estrago danado, ah se eu fosse poeta, ou escritor, ou jornalista... quem sabe né?

~> Dally <~

Não se atenha...


Ei você que acha que sabe o que é sensibilidade...

Você que acha que tem calibre pra falar de sentimento, de amor, de razão e de sofrer.
Você que pensa que ter perfil em rede social é o último grito da "moda" e que postar algo público é fenomenal... principalmente se alguém "curtiu" no Facebook.

Você que não para no sinal vermelho, que não anda com a cabeça levemente ladeada ou se preocupa com um mísero fio de cabelo que solta de seu coque perfeito...

Pare um pouco e enfrente o que você vive, você nem sequer consegue ver...

Muita gente pensa que ilude mas no fim acaba se iludindo...

Sensibilidade é entender algo não dito... é ser capaz de abraçar com um olhar e entender um singelo encurvar de lábios...
Não, senhor cientista, sensibilidade não é a capacidade máxima de um aparelho...  

Nem devia-se usar sensibilidade relacionado à sentimento, o problema é que pouca gente faz o que deve, e muita gente faz o que não deve, nesse ínterim, nasce uma nova concepção de conceitos colocados de forma elucidatória na tentativa vã de explicar algo inexplicável, que ritmo letal esse dos seres... 

Ninguém foca ninguém, mas todo mundo sempre tá de olho em alguém, de forma que qualquer atitude sua pode ter várias formas de percepção... uma pena é que quase sempre nenhuma delas é a correta...

Fazer o quê? São poucos dotados da sensibilidade necessária para enxergar certas coisas... Poucos é um eufemismo..., por conta de que ninguém nunca parou pra avaliar isso, não vale a pena pensar essas coisas sem nexo e sem sentido, sem lógica verbal e muito menos lógica emocional... É, e quem disse que tem que ter lógica em tudo? E se falando de sentimento, aí é que não se pode afirmar nada mesmo...

O problema é que acredita-se em muitas coisas incomprováveis... a-ha-ha...

Que texto sem graça, sem emoção e sem lógica... 
Se você, por acaso chegou até aqui, me desculpe fazer perder seu tempo...
Não sei, perdi o fio da meada, caiu o novelo e agora tô sem rumo, sem palavras, e sem sentido pra escrever, uma pena, um tumultuado incrível de coisas se passa aqui, mas não tenho sensibilidade bastante para captar e transmutá-las em texto, uma pena mais uma vez pois tem gente quer saber, e um alívio pra você que nem sequer sabe do que tô falando... então, fica nisso, sem rumo, sem janela e sem foco, sem luz de luar, sem êxito nos escritos e sem saco pra expôr algo mais real e interessante que até que existe, mas não sou o tipo perfeito pra apresentar, até que me esforço, não tenho muitas escolhas mesmo, é que às vezes é melhor escrever que falar... até porque existem mais palavras escritas que palavras ditas, sabia?

É, fugiu mesmo do ritmo, então, é isso, não sou páreo ao mundo dos novatos... ao mundo veterano, nem à nada, sou apenas eu, incólume, cúmplice de mim mesma, das minhas idiotices inusitadas  e forçadas para alguém que tenha sensibilidade pra entender algo dito incertamente de forma enfraquecida... de forma errada e inacabada, sensivelmente trocada por algo mais forte: a verdade oculta nalgo fundamental demais.

Nem imagine... esqueça do que leu, não te acrescenta nada...
Não abuse da sua sensibilidade...

~> Dally <~

- Expressão de sentimentos - Parte 1

Cachorro abençoado por que você late taaaaaaaaaaaanto?!

"NO STRESS" -- leia como quiser!

AUTOR DESCONHECIDO POR MIM



2 de abril de 2012

Apenas isso...

Você tem apenas que procurar não se ficar demais...


                 
Não esperar demais, tem que identificar algo no vazio, 
tipo um aviso ou uma superação dos sentidos básicos,
é somente quando você consegue enxergar além disso
que você acredita que nem tudo acontece das formas rotineiras,
que nem tudo está obrigado a ser como é com todo mundo,
ou ainda que nada do que você vive é semelhante à vivência de alguém.
Que nada é igual, mas tudo se interfere,tudo se limita e se delimita dentro 
de um espaço que começa onde o do outro termina, dentro um vácuo
inócuo e insuspeito demais para ser considerado inofensivo ao ponto
de ser descartado ou guardado irrelevantemente.
Não espere que seus sentimentos sejam puros, eles não serão.
Não julgue suas emoções impulsivamente, elas não sabem lidar com isso. 
Não debande qualquer achismo seu, eles podem ser fatos. 
Não foque em algo irreal, mas fuja pro seu mundo individual quantas vezes for necessário, não se esconda, mas também não procure o ponto mais alto para apreciar a vista, enumere lugares e visões passageiras, pois essas sim,  irão fomentar seus dias e lembranças. 
Não queira ser alguém que é relevado, queira ser além dos sentidos, além
de ser, queira viver, conjugue o verbo e fraseie de forma plena. 
Não desacredite de algo suspeito, invista e apure os fatos, 
tenha foco, mas não se deixe ficar demais...

~> Dally <~ 

Ímpar


E eu fico assim, procurando qualquer vestígio seu, qualquer indício que fortaleça a lembrança, que envergue meu ser de forma mais objetiva, que me faça dar aquele suspiro mais forte e  me faça pensar que está e sempre vai estar tudo bem...
Como de fato é..., mas continuo buscando algo pra fortalecer e alentar essas fraquezas banais, vistas de forma humana demais, além do ser... 
Um respirar lento e um som de alarme se apodera, a-ha, quem me dera!
~> Dally <~

1 de abril de 2012

Ao pé

... e aí eu fico assim, querendo, imaginando, sondando, relembrando...

Odiando a saudade e querendo matar quem inventou a distância...
Mas louca pra deitar, encostar a cabeça no travesseiro e ficar devaneando,
refazendo cada momento e cada toque, sentindo forçadamente a presença
que já não está aqui, uma sensação de perda e de vazio permeada
por flocos de memória facilmente acessível, ao pé da cama, ao pé da letra,
ao pé do coração e da alma...
Ao pé do sentimento incontestável que se pode sentir...
Ao pé de algo imaterial, mas muito real: você.



<3



~> Dally<~

31 de março de 2012

Então...

Existe um gosto novo em tudo isso...
Uma nova onda, um novo som...
Um novo momento investido de mesclas de passado que não me deixa
esquecer e imaginar uma leve sensação de Déjà vu.


Um emoção rasteirante que vem em forma de neblina, em forma de corpo,
na sua forma perfeitamente humana, com leve toque sensual de ser irreal,
mas que se faz presente, de inúmeras formas, entre elas, o sentir e o ver.


Que mesmo numa discussão sobre a Teoria do Caos não se vê um desânimo, 
um alerta maligno ou um medo de findar... não se vê, mas se sente 
desde já uma sensação de falta, pois "só de imaginar que dentro de meia 
hora não vou mais estar do seu lado já sinto saudades"...


E a saudade é uma dorzinha que a gente sente quando uma pessoa faz falta, quando a neblina
é forte e o sentir visual já não é tanto quanto...


E a onda se propaga no corpo, e a cabeça entorta levemente prum lado, 
e se fica imaginando e pensando...
Lembrando um sorriso e um abraço, ou uma palavra dita de forma estranha, 
com sotaque trocado, ou um abraço machucante, forte, 
aconchegante, que faz querer ficar ali até o fim, 
seja ele qual for.


~> Dally <~